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La Bombonera ; Buenos Aires; Argentina – Estádio do Boca Juniors

Outubro 5, 2011

La Bombonera

La Bombonera (oficialmente Estádio Alberto J. Armando) é o estádio do Clube Atlético Boca Juniors.  Sua capacidade atual é para 49.000 pessoas. O campo segue as medidas mínimas permitidas pela FIFA (105m x 68m). O nome oficial homenageia o ex-presidente  Alberto Jacinto Armando.

O apelido La Bombonera deve-se à sua forma retangular como a de uma caixa de bombons. A principal razão para isso é o reduzido espaço que fora destinado à sua construção, iniciada em 1923. A solução encontrada pelo arquiteto José Luiz Delpini – que lhe granjeou vários prêmios – foi a de criar três anéis de arquibancadas, de modo que quem assiste o jogo da terceira arquibancada tem de olhar para baixo se quiser assistir o jogo com clareza.

        O estádio fica localizado no bairro La Boca, um dos mais pobres de Buenos Aires. O bairro é todo colorido com varias atrações como o tradicional tango.

Na minha visita em 2007 ao bairro foi muito divertida, dancei tango tirei foto com o Maradona e o Messi cover…
Mas o que mais gostei foi ter achado 160 pesos dentro de uma bolsinha jogada no chão. Esperei um tempo para ver se a dona da bolsinha aparecesse. Como ela não voltou tomei muita cerveja almocei bem e voltei pra albergue sem prejuízo. Obrigado velinha que deixou a bolsinha cair, onde estiver lhe desejo tudo em dobro !  ( sempre suspeitei que fosse uma “jovem” senhora que perdeu a bolsinha de dinheiro).

Dentro do estádio abriga o  Museo de la Pasión Boquense , em homenagem ao time mais popular do pedaço, o Boca Juniors. Quem visita o museu se impressiona, principalmente com a tecnologia. Não é para menos: foram investidos 3 milhões de dólares para a construção do Museo de la Pasión Boquense.

O local reúne tudo relacionado ao time, dividido por temas. Há uma área destinada à história, outra aos jogadores, uma aos fundadores do museu, às camisetas do time, ao bairro, aos campeonatos, às imagens e recordações e a várias outras coisas.

Foto da esquerda conta a história do Boca, ressaltando os principais acontecimentos.  Foto da direita, Taça Libertadores.

Mas não é preciso ser fã do time ou de futebol para visitar o local. Quando se entra no “La Pasión”, uma sala de cinema em 360º, projetada em uma bola de futebol gigante, a tecnologia é espantosa. São pelo menos cinco telas ao redor e o espectador assiste tudo como se estivesse no meio de um estádio.

É um pequeno filme, onde é possível viver os momentos de um jogador durante uma partida, sentir a vibração da torcida, acompanhar a bola até a entrada do gol, os bastidores de um jogo e muito mais. Tudo com efeitos audiovisuais fantásticos. É o único do tipo na América Latina.

SERVIÇO
Museo de la Pasión Boquense:

  • Endereço: Brandsen 805 – La Boca
  • Telefone: (0xx5411) 4362-1100
  • Horário: de quarta a domingo, e feriados, das 10h às 19h
  • Faixa etária: menores de 10 anos, acompanhados de um responsável
  • Estacionamento: localizado a poucos metros da entrada do museuÔnibus
    Linhas de ônibus que passam perto do museu:
  • Por Brandsen: 25 / 46 / 86
  • Por Almte. Brown: 29 / 53 / 152 / 168 / 64
  • Por Patricios: 22 / 24 / 39 / 70 / 93
Gostei muito de ter conhecido o estádio, temos estádios melhores no Brasil. Mas o estádio La Bombonera tem características particulares, as arquibancadas são próximas ao gramado, fazendo com que a torcida participe mais, colocando pressão e fazendo um barulho ensurdecedor. O estádio parece um “caldeirão” em dias de jogos.

Foto: Cabeludo em 2007
O museu também oferece ao público uma visitação na dependências internas do estádio, como os vestiários, corredores, sala de imprensa, etc…
Foto: Sala de imprensa – Nova contratação, kkkkk.  
Ir a Buenos Aires, vale a pena visitar o Museu e o estádio do Boca, recomendo ir mais cedo e almoçar no bairro la boca e ir ao famoso CAMINITO , mesmo sendo um bairro pobre a região oferece bons restaurantes e divertidos atrativos.

Aguardando ansiosamente o próximo post!

Agosto 4, 2011

Mil visitas, Mil gols !

Maio 17, 2011

1000 visitas, obrigado!!!!!!!!

1000 VISITAS, 1000 GOLS !!!!!!!!!!!!

1000 visitas, 1000 gols…

Comecei a escrever esse blog com o objetivo de guardar imagens e vídeos que eu mais gosto, e mostrar meu carinho pelo meu time de coração. Encontrei uma maneira fácil é rápida para criar um acervo, que futuramente vai ajudar muito na escolha de meus filhos para qual time irão torcer, quanto a isso não será difícil, “filho de peixe peixinho é”… HAHAHA.

Esse “POST MIL” é para agradecer as 1000 visitas ao blog, fiquei super feliz, pois quando criei o blog não imaginava que teria tantos acessos, UHULLL …

Para então comemorar resolvi enfatizar o número 1000 postando  o milésimo gol do Pelé e do Romário.
Mil gols não é pra qualquer um não viu ?!! hahaha.

   Romário de Souza Faria

 Oficialmente, o milésimo gol da carreira de Romário aconteceu no dia 20 de maio de 2007. O gol foi marcado em um jogo do Vasco, sob comando do técnico Celso Roth, contra o Sport, no estádio de São Januário. O jogo foi válido pela 2a rodada do Campeonato Brasileiro de 2007. O gol foi de pênalti: após o cruzamento de Thiago Maciel, o zagueiro Durval cortou a bola com a mão e o árbitro Giuliano Bozzano assinalou a penalidade máxima. Magrão sofreu o gol.        

     Romário foi homenageado pelo Vasco após o milésimo com a inauguração de sua estátua em São Januário atrás das balizas onde o milésimo foi marcado, além da imortalização de sua camisa 11 no clube.

 Edison Arantes do Nascimento


Marcado em 19 de novembro de 1969, às 23h11, Vasco 1 – Santos 2, com 65.157 pagantes.

A partida era válida pelo Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o campeonato brasileiro da época. Aos 33 minutos do segundo tempo o zagueiro do Vasco Renê cometeu pênalti. Pelé cobrou com pé direito no canto esquerdo do goleiro Andrada, que se esforçou, mas não conseguiu defender o pênalti. Andrada não queria sofrer gol de Pelé pois achava que deixaria de ser conhecido como bom goleiro e passaria a ser lembrado somente como o goleiro do milésimo gol.

Ao ser cercado pelos repórteres, Pelé disse: “Pensem no Natal. Pensem nas criancinhas”.

Pelé vestiu uma camisa do Santos de número 1000 e deu a volta olímpica no Maracanã.

João Leite da Silva Neto, Goleirão do galo !!

Maio 2, 2011

João Leite da Silva Neto

João Leite estreou com a camisa do galo em 1976, foi formado nas categorias de base do Atlético Mineiro . Ídolo do galo o goleiro  ficou  118 jogos sem perder e com isso foi convocado para a seleção brasileira.

Ele se destacava pela sua alta estatura, ótima colocação e bons reflexos… Meu pai( fã do goleirão) dizia que ele só tinha um defeito, sua saída de bola, mas que com o tempo e muito treino ele foi se aprimorando. João Leite, era um goleiro muito tranquilo, foi expulso apenas uma vez durante toda a sua carreira isso aconteceu no jogo contra o Araguari-MG, e mesmo assim foi injustamente. Em um lance ele foi tentar proteger o lateral do Galo Alves e sem querer acertou um diretor do time adversário o árbitro não entendeu o lance e acabou expulsando o “Arqueiro de Deus”.( João Leite sempre foi muito religioso).

No vídeo abaixo, mostra imagens do João Leite defendendo o Atlético em uma partida pela Copa dos Campeões em 1978, partida que o galo venceu por 4×2 nas disputas de pênalti contra o São Paulo.

          É o jogador que mais atuou pelo Atlético Mineiro foram 684 partidas embaixo das      traves, entre os anos de 1976 e 1992, além disso e o jogador que mais ganhou títulos  mineiros foram 11, sendo que foi hexa campeão (entre 1978 e 1983). E ainda foi campeão da  comebol no ano de 1992 (ano que se aposentou).

ATLÉTICO 5 x 1 FLUMINENSE – COPA CONMEBOL 1992 – Com João Leite em campo.

 João Leite carregando a taça de Campeão Mineiro de 1988

Hoje João Leite é deputado estadual pelo PSDB – MG http://www.deputadojoaoleite.com.br/

Valeu João Leite, que Deus continue te iluminando!

Toninho Cerezo, craque do mundo !!!

Abril 25, 2011

Nome: Antônio Carlos Cerezo
Data de nascimento: 21/4/1955
Local de nascimento: Belo Horizonte, MG

Clubes por onde passou como jogador: Atlético-MG (74 a 83, e 96),
Roma, Sampdoria, São Paulo, Paulista de Jundiaí, América-MG e
Nacional (Manaus). Como técnico: Vitória , Atlético – MG e Kashima Antlers,Al Shabab.

Carreira na Seleção Brasileira: 74 jogos (7 gols) – Disputou as copas de 1978 e 1982.

Títulos Pessoais: Melhor jogador do Mundialito, no Uruguai, e do Mundial Interclubes, em 1993.

Clubes por onde passou como jogador: Atlético-MG (74 a 83, e 96),Roma, Sampdoria, São Paulo, xxxxxxx, Paulista de Jundiaí, América-MG e Nacional (Manaus).

Como técnico: Vitória , Atlético – MG e Kashima Antlers,Al Shabab.

Títulos: Sete vezes campeão mineiro, campeão dos torneios Tereaza Herrera,Ramon de Carranza, Torneio de Barcelona, Copa Libertadores, MundialInterclubes (duas vezes), Supercopa, Torenio Cidade de Santiago no Chile,Troféu Jalisco, Torneio Cidade de Los Angeles, Torneio Guadalajara, Copa da Itália (qutro vezes), Campeonato Italiano, Copa Delle Cope e Copa Centenário.

Eu estava no Mineirão quando o GALO, foi campeão da Copa Centenário, Toninho Cerezo usava uma camisa branca com o número 100.


Curiosidades e fatos:

  • Encerrou a carreira de jogador aos 40 anos de idade.
  •  Chegou ao Kashima Antlers em fevereiro de 2000 após levar o modesto Vitória-BA à fase final do Brasileirão de 1999.
  •  Aos sete anos, o garoto Cerezo se apresentava em companhia do pai como o palhaço Moleza em circosontadas na periferia de Belo Horizonte. A carreira circense só terminou sete anos mais tarde, quando Toninho Cerezo foi descoberto por um olheiro do Atlético-MG nos campos de várzea, atuando pelo time do Ferroviário, no bairro de Esplanada.
  •  É lembrado até hoje como herói do título estadual de 76, acabando com a hegemonia de quatro anos do rival Cruzeiro.
  •  Foi apelidado de Pluto na Sampdoria, pelas passadas largas e desajeitadas como as do cachorro do Mickey, nos desenhos animados.
  •  Na partida de despedida, atuou pelo selecionado do Atlético-MG contra o Milan em uma partida que terminou empatada por 2 a 2, no Mineirão, no dia 04/08/97.
  •  Segundo a FIFA, é o autor o milésimo gol da seleção brasileira, na vitória de 2 a 1 sobre a Alemanha Ocidental,em jogo realizado no Neckarstadion, em Stuttgart, dia 19 de maio de 1981, quando o jogador do Atlético Mineiro marcou o gol de empate.
  •  A promessa: “Quando fui jogar na Itália eu prometi voltar e encerrar a carreira no Atlético Mineiro jogando de graça. Infelizmente não pude jogar de graça porque a legislação brasileira nem a Fifa permitiram isso de um profissional. Então, recebia um salário simbólico de R$ 80. Disputei só um campeonato mineiro em três ou quatro meses porque já estava com artrose, fui operado em dois meniscos e uma série de outras dificuldades.

Mas o importante é que joguei pelo Galo”.

Toninho Cerezo  SAMPDORIA 

Samba de Toninho

Toninho Cerezo retorna ao Atlético-MG em 1996

Toninho Cerezo revolucionou o futebol brasileiro com seu futebol clássico. Cerezo estava sempre onde deveria estar, bem posicionado em campo, comandou times na Europa e no Brasil.
No glorioso  Atlético Mineiro, Time de coração do craque, toninho defendeu a camisa alvinegra: 1972 / 1973, 1974 / 1983 (Conquistou os campeonatos mineiros de 76, 78, 79, 80, 81, 82, 83 – Vicecampeão brasileiro em 1977 / 1980).


25 de Março, ANIVERSÁRIO DO GALO.

Março 28, 2011

Em homenagem a meu querido pai e ao Atlético Mineiro,  este poste e para relembrar bons momentos do Reinaldo com a camisa alvinegra. Sem sombra de dúvidas Reinaldo é um dos melhores jogadores do GALO é o maior artilheiro com 255 gols.

Meu pai viu o Reinaldo jogar, e conta com muito orgulho que minha mãe já namorou o craque. ( RISOS)
Outros tempos…  meu pai comemora hoje 52 anos  e bem casado à 25 anos, um homem vitorioso e de muito sucesso.
Feliz aniversário meu velho! te amo …

 

 

 

Nome completo José Reinaldo de Lima
Data de nasc. 11 de Janeiro de 1957 (54 anos)
Local de nasc. Ponte NovaBrasil Brasil
Apelido O Rei do Mineirão

 

“El, el, el sai que é sua Taffarel”

Março 14, 2011

 

El, el, el sai que é sua Taffarel

 

Poucos goleiros da história foram tão decisivos quanto Taffarel. Grande pegador de pênaltis, tem como grande feito em seu currículo o êxito na final da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos da América, quando garantiu o tetracampeonato para a seleção brasileira.( o famoso sai que é sua Taffarel, narrado por Galvão Bueno, narrador da tv globo).Taffarel defendeu duas cobranças na decisão por pênaltis da semifinal contra a Holanda.

Taffarel jogou no Atlético Mineiro de Belo Horizonte de 1995 a 1998.
Me lembro bem do meu aniversário de 12 anos,minha casa toda decorada com as cores do Galo , pedi de presente o uniforme oficial do Taffarel. Era um orgulho para todo atleticano ter o Taffarel no time. Goleiro da seleção brasileira, e campeão do mundo.

Me lembro de grandes goleiros como Dida, Rogério Ceni, Veloso, Marcos … Mais o meu preferido sempre foi o Taffarel, por tudo que ele fez na seleção brasileira e no meu querido Atlético mineiro.

 

Carta de Despedida


Taffarel deixou o Atlético  uma carta de despedida que foi publicada no jornal Estado de Minas em 12 de julho de 1998:

“Mineiros,
Muitas vezes em entrevistas vocês me ouviram falar sobre o quanto eu estava bem em Belo Horizonte e o quanto foi importante para mim, minha carreira e minha família a acolhida que BH e todo o Estado de Minas Gerais me deram. A minha chegada, aquela emocionante e inesquecível recepção, os momentos felizes com um time de garra e coração como poucos, as tristezas que o futebol volta e meia traz, os altos e baixos foram divididos com muita dignidade.
A verdade é que estes três anos e meio que passei com vocês me fizeram sentir parte desse povo e a minha sensação foi retribuída quando, através da Medalha da Inconfidência, recebida das mãos do governador Eduardo Azeredo, senti a honra de fazer parte de uma terra tão importante na história do nosso País. No momento em que as coisas pareciam estar complicadas, foi Belo Horizonte, que por indicação do vereador Ronaldo Gontijo, me agraciou com o título de Cidadão Honorário.
Sabem, eu estava em casa. Tão em casa que meus companheiros de time, meus treinadores (quase todos), e os funcionários do Atlético eram pra mim como uma grande família.
Toda esta identificação teve um preço, e eu não pude, muitas vezes, cruzar os braços vendo tantas injustiças que aconteciam com esta gente a quem eu quero tão bem. Na Vila Olímpica, na concentração, no vestiário, no Mineirão, tantas vezes recebi meus filhos como se tudo aquilo fosse também um pouco meu.
Com quanta alegria eu ouvia a Massa Atleticana gritando: “El, el el, sai que é sua Taffarel!!!”. Me lembro de cada cidade do estado de Minas Gerais e da maneira como sempre me receberam com palmas, gritos de incentivo e até homenagens, mas, sobretudo, com carinho e respeito. Depois de um gol sem explicação, de uma briga ou outra situação ruim, nunca faltaram mensagens de otimismo por parte da torcida do Galo. Bastava abrir um jornal no dia seguinte e lá estava o atleticano me dando o maior crédito. E este é o tipo de coisa que marca a vida da gente.
Amizades verdadeiras não faltaram neste tempo em que estive com vocês, dentro do meu clube, todos, e fora dele, muitos. Tantas vezes recebi cumprimentos de cruzeirenses e americanos que, independentemente das cores, provaram com isto a esportividade que falta ao futebol hoje. Gostaria de citar o nome de todos os amigos, de todas as pessoas que me deram força, de todos os torcedores que gritavam meu nome, de todos. Mas escolhi um que representa bem o verdadeiro mineiro, o tipo de amigo, fã que todo jogador gostaria de ter e que eu tive: Gerson Sabino (ele deixou BH antes de mim).
Dentro da imprensa também fiz amigos que me ajudaram a esclarecer para muitos o que não era do interesse de poucos. E foi também esta imprensa que me elegeu para Troféu Guará, Kafunga e como uma das 100 personalidades esportivas nos 100 anos de Belo Horizonte.
Tudo isto e mais os títulos e quase títulos com o Galo, coroam estes quase quatro anos. Agradeço a Deus por tudo e pela oportunidade de ter vivido o que vivi porque no meu coração vou ter sempre a recordação calorosa e simples deste povo das Minas Gerais. Afinal, só mesmo se eu fosse uma criatura amarga poderia deixar que poucos momentos de tristeza causados por pessoas de espírito tão pobre, sobrepusessem as alegrias que vocês, meus amigos, me proporcionaram.
Se hoje estou deixando Belo Horizonte, não é por minha vontade, é porque relacionamentos profissionais como o que eu tenho com a diretoria do Atlético atingem limites e o limite foi atingido. O que eu quero dizer a vocês é que as diretorias passam, os jogadores chegam e vão embora, mas o Atlético Mineiro é uma instituição. Um clube de tradição, de força, de raça e com uma das maiores e melhores torcidas do Brasil. Por isso, mesmo sem TAFFAREL o grito do GALO vai continuar ecoando por todos os grandes estádios do país e onde quer que eu esteja, tenho certeza, vou ouví-lo.
Um forte abraço, Taffarel.”